terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Trevor X Dave

Quem realmente ganhou nas histórias de Trevor (filme "A Corrente do Bem") e Dave (Série de livros "Uma Criança no Inferno")? O primeiro deu a vida por um amigo. Já o segundo foi forçado a virar ladrão na infância por conta da violência doméstica, um dos piores casos já documentados.

Acho que a minha opinião combina com a de Trevor: Este mundo FEDE e por isso TODOS PERDEM.

Também sou forçada a concordar com o Capitão Nascimento (do filme nacional "Tropa de Elite": Quem não se corrompe no sistema acaba tendo que entrar na guerra.

É triste que tenhamos que entrar numa guerra que não queremos. Como brasileira, sou avessa a guerras. Acredito que o Brasil contemporâneo, por ter sido formado por fugitivos da 1ª e 2ª guerra mundial, acabou com esse conjunto de características:

  • não violência;
  • jeitinho;
  • perseverança.
Pois bem. Acho que encontrei um jeitinho não-violento nessa guerra de egos: A teimosia. Brasileira, por isso não desisto nunca.


SEJAM BEM VINDOS AO BIBLIOGANDO!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

AMOR X OBRIGAÇÃO

Num vagão de metrô, um anão começou a escorregar pelo banco e um outro passageiro, solidário, o recolocou na posição.
Pouco depois, lá ia o anão escorregando e o mesmo passageiro o recolocava no assento.
Quando a situação se repetiu pela quinta vez, o homem, já irritado, esbravejou: "Será que você não consegue ficar sentado direito?"
Ao que o anãozinho respondeu:
- "Meu amigo, a umas cinco estações estou tentando desembarcar e o senhor não deixa"


E então, quem foi realmente amável com o anão?

Na minha opinião, esta piada mostra a diferença entre ajudar o próximo por interesse ou por amor. Com certeza o "solidário" estava tentando "comprar o céu"!

Até a próxima!

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Irmãos de fé

Estava aproveitando o meu pé torcido para ver sessão da tarde. Sim, é tosco, eu sei.

Venci meu preconceito inicial às produções nacionais de cinema e estou vento o filme do Padre Marcelo Irmãos de Fé, que alterna o drama de um menor criminoso e a história do apóstolo Paulo.

Nossa, o cara (o apóstolo) apanha na primeira parte do filme hein?!

O filme tem muitas passagens estranhas (como mulheres na sinagoga por exemplo), mas vale a pena para ouvir o Tito de Rodrigo Hilbert dizendo que era contrário à circuncisão dos gentios - ok, na verdade a fala era que grego algum se submeteria àquilo - o que é um bom exemplo do uso de bom-senso em questões de fé.

Não sei porquê, no começo do filme eu tiquei com uma baita impressão que Paulo era um agente infiltrado! Se fosse um livro qualquer faria uma fanfic desenvolvendo essa hipótese, seria interessante ver até que ponto isso poderia ser desenvolvido.

Achei tão bonitinho o anjo que liberta Pedro ser uma criança... Gosto de imaginar o céu assim, com crianças.



E acabaram as boas surpresas que o filme me trouxe com a parca atenção que eu dei a ele enquanto mexia em configurações dos blogs e navegandop na web. Não vou ficar debatendo as coisas estranhas do filme, tem muita gente por aí para fazer isso, qualquer googlada que se dê dará conta de encontrar falhas.

Mas o engraçado é que o garoto, sem poder fazer merd* ali preso o que ele faz? Picha seu dormitório! Tá certo que foi com um trecho bíblico, mas ainda assim uma pichação! ;)

Fiquei me perguntando, na cena final, se mostrariam a pichação do Paulo-traficante-adolescente, mas não. Optaram por refazer a pergunta: "O que é gentio"? Provavelmente não seria de bom-tom dizer que a instalações não sofreria alterações até 2020.

domingo, 28 de outubro de 2007

Frutos da Canção

Voltei da Canção Nova com um livrinho que vai me ajudar muito aqui no Bilbiogando. Eu vinha me perguntando como faria para lembrar algumas considerações eu eu já tinha feito a partir da Bíblia, e lá achei um método. No livrinho do Padre Jonas Abib entitulado "A Bíblia no meu dia-a-dia".

Passei alguns dias desde o começo do mês exercitando. Li atentamente a 1ª carta de João, identificando promessas, ordens e princípios conforme proposto no livro. Um capítulo por dia nas viagens para o trabalho, que por estranho que possa parecer, é quando tenho mais tempo disponível para ficar "comigo mesma". Quase não sobrava tempo para tentar identificar a mensagem pessoal e pensar em como botar em prática, e olha que é uma viagem de quase duas horas.

Comecei a sentir falta da soneca que costumo tirar nesses casos, mas me mantive firme o máximo que pude. Lá pro meio do mês eu resolvi mudar um pouco a estratégia: ler tudo, marcando o que me chamasse a atenção. No dia 16 então, identifiquei algumas passagens, fazendo anotações.

No dia seguinte, pensei comigo mesmo que cada um deveria ter seus macetes para seguir tal método e percebi que era mais fácil, rápido e interessante para mim fazer meio invertido: Comecei pelo que me chamava atenção e fiz um monte de anotações nas margens da Bíblia; depois reli fazendo marcações coloridas para os trechos que remetiam a idéias de promessa, ordem e princípios eternos, o que me fez ter mais idéias que também foram anotadas na própria Bíblia. Acabou saindo a Mensagem e a Prática.

Mas esse post não é para descrever a minha adaptação ao método e sim para servir de testemunho do que aconteceu com a aplicação desse método. Foi algo que me assustou bastante quando acabei de estudar o capítulo.

Pela leitura, percebi que fui convidada neste dia 14 de outuvro a comer do mesmo alimento que o Filho de Deus comeu enquanto a samaritana (do 4º capítulo do evangelho de João) testemunhava. Fiquei temerosa com as referências ao horário do almoço no capítulo que eu estava estudando, mas veio um sinal (tal como para o funcionário real do Jo 4) para que eu visse que não se tratava tanto da MINHA capacidade para reconhece-lo:

Um dos lápis que eu usara para marcar os trechos bíblicos caíra no chão do ônibus. Pensei "Deixa pra lá, é só um lápis e nem é um dos que eu estou usando". Mas o senhor que estava sentado do meu lado imediatamente começou a procura-lo, então eu abaixei resgatei o lápis fujão.

Cabe aqui uma explicação: Eu estava usando aqueles lápis de cor com duas cores (uma em cada extremidade) para fazer o diário espiritual, e as cores que eu escolhi usar foram lilás/roxo para as promessas, verde para as ordens e vermelho para os princípios eternos (ou como dizia o livrinho, para as coisas que são de determinado jeito, gostemos ou não).

Quando prestei atenção nas cores do lápis que tinha caído e assim servido de instrumento me surpreendi: era um que combinava verde-alface com marrom. Oras, marrom é uma espécie de vermelho-forte, então associei imediatamente o episódio a uma mensagem do tipo "Calma, a tarefa é leve[verde claro] para algo grande[marrom]".

Passei a manhã numa expectativa temerosa. A moça da ginástica laboral chegou, fizemos os exercícios, quinze minutos antes do meio dia, que não é o horário usual dela. Fiz, naquele momento, algum movimento mais brusco, que começou a dar sinais de problemas quando desci para pagar algumas contas. Voltei a bíblia (já não lembro se foi no mesmo dia ou nos dias seguintes), mas agora só saíam textos dizendo para eu aceitar o desígnio.

Passei os dias seguintes sem fazer o diário: com medo, passei a ir trabalhar só com identidade, crachá e algum dinheiro. E o terço, que fiquei rezando nos trajetos de ida e volta. Os bancos dos ônibus se mostraram bem desconfortáveis e inadequados para o meu tamanho, o que acabava sendo também uma motivação para o terço, buscava no ritmo da oração distração e alívio. O meio de transporte que deveria ser mais confortável – o ônibus do tipo tarifa conhecido pelo apelido de frescão – acabava sendo ruim também por, apesar de ser um dos mais confortáveis era tão frio que meio que anulava o conforto proporcionado às costas.

Mas então, um dia, quando eu voltava de trem para casa num esses dias e fazia o meu terço pude observar um senhor olhando para mim com um soriso curioso e simpático: será que era isso que o lápis queria dizer?

Será que foi, simplesmente, uma forma de me fazer dar esse testemunho silencioso do terço? Bem, não sei. Eu gostei de fazer isso, foi legal. Do outro lado eu descobrirei o que tudo quer dizer. ;)

sábado, 20 de outubro de 2007

Pai nosso às avessas

Tenho percebido nos últimos tempos como as coisas estão ficando invertidas. Vê bem se essa versão do Pai Nosso não parece mais com o que estamos vivendo do que a tradicional:

Pai Nosso que estais nos céus,
santificado seja o nosso nome,
venha a nós o nosso reino,
seja feita a nossa vontade
assim na terra como nos céus.

O pão nosso de cada dia nos dai hoje,
perdoai as nossas ofensas
assim como nós perdoamos
a quem vos tem ofendido,
e não nos deixeis cair em tentação
mas livrai-vos do mal.

E não adianta olhar para o lado e dizer "eu não faço isso" por que duvido que haja muita gente que nunca tenha trocado nada em pelo menos um dos versos.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Aviso

Sei que estou devendo um ou mais posts sobre o meu final de semana na comunidade Canção Nova, mas o fato é que, por algum motivo desconhecido o meu PC resolveu dar chilique e tivemos que formata-lo. Com isso adeuzinho às fotos que eu tirei lá.

Vou ver se restou algo na câmera, mas como fomos para Nova Friburgo no final de semana posterior à ida a Cachoeira paulista, não sei se conseguirei muito material para ilustrar posts.

E acabou o post. Foi só para avisar mesmo. :(

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Piadinha sobre as origens do TLC

Produzida no MSN com um colega do TLC, enquanto discutíamos as origens do TLC:


Deus criou os céus e a terra.
Aí ele virou e disse para JC:
- E as reuniões do TLC serão fechadas para aqueles que nunca "subiram".
Jesus virou para o Pai e perguntou que raios era TLC. Então Deus respondeu:
- Meu filho, TUDO ESTÁ PREVISTO!